29 novembro 2009

22 novembro 2009

Antes e depois...


 
 ...de umas palmadinhas!

18 novembro 2009

Novo Brinquedo


Adorámos estar com o nosso novo brinquedo: uma mulher!
A nossa primeira experiência com uma mulher foi tudo o que sempre desejámos.
O meu Dono pôde ver-nos a curtir uma com a outra, fodê-la enquanto eu a lambia, foder-me enquanto ela me lambia, lambê-la enquanto eu o lambia, ver-me lambê-los em simultâneo enquanto os dois fodiam, ver-me a servi-los enquanto eles curtiam e por fim encher as nossas bocas com leitinho enquanto as duas lhe lambíamos a verga entesada de tanta loucura.
O mais excitante foi a nossa cumplicidade e os nossos olhares. Uma experiência a repetir... de certeza!

15 novembro 2009

Posso espreitar?


Fantasias



Ontem demos largas às nossas fantasias.
Ter um Dono que nos dá a tusa que o meu me dá, não é para qualquer putinha. È preciso merecê-lo.
Depois de um jantar em que a conversa foi fantasiar uma foda a 4, chegámos a casa todos entesados. É claro que no caminho houve mãos a escorregarem pelos sítios mais recônditos dos nossos corpos. Estávamos loucos de tesão.

Eu adoro lamber aquele pau que aponta para mim sempre desejoso que o engula. Não esperei mais e quando chegámos agarrei-me à verga do meu Dono com um apetite voraz! Engoli-o até ao fundo e fi-lo gritar de prazer. Lambi-lhe a cabeça do pau que estava ao rubro. A minha ratinha pingava de tanta excitação! Estava desejosa de ser penetrada por aquele obelisco delicioso que me enchia a boca.


 Ele começou a dar-me uns açoites no rabo de mão aberta, marcou-me toda, fiquei vermelha com o rabo a arder. Cada palmada que vinha fazia-me estremecer de tesão, já me sentia a escorrer pelas pernas abaixo. Continuou até eu começar a gritar de dor. O seu pau ficava maior e mais grosso a cada grito que eu dava.
A primeira estocada fez-me estremecer toda, fiquei com o grelo duro de tanta tusa. As estocadas seguintes foram muito violentas e quase não aguentámos sem nos virmos. Parámos mesmo a tempo e ele voltou a pôr-me a sua deliciosa verga na boca. Estava a saber a cona e eu deleitei-me, roçando toda a minha cara naquela vara apetitosa.
Não tardou que ele enfia-se a cara entre as minhas pernas e me chupasse o grelo, lambe-se as bordas e me fizesse soltar um grito de prazer. Como ele sabe lamber-me bem e pôr-me a coninha ao rubro.


Se da primeira vez que me fodeu escolheu a minha cona, da segunda pôs-me de quatro e enfiou sem mais demoras pelo meu cu acima. Até me fez faltar o ar. Senti todo o poder do meu Dono dentro de mim! Senti-me mesmo uma putinha ao ser comida com tanta voracidade. A força que ele impunha a cada estocada fez com que rapidamente nos viéssemos entre gritos, açoites e insultos.
 

Quando por fim tirou aquele pau do meu cu e senti o leite a escorrer, enfiei um dedo no buraco encharcado, tirei e chupei porque não há nada que eu goste mais do que o leitinho do meu Dono! Hummm!